Preço do algodão segue em queda, aponta Cepea

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24/04/2013 | Categoria: Algodão

Preço do algodão segue em queda, aponta Cepea

Os preços da pluma continuam em queda no mercado brasileiro, conforme apontam dados do Cepea. Entre 16 e 23 de abril, o Indicador CEPEA/ESALQ com pagamento em 8 dias teve queda de 3,42%, fechando a terça-feira, 23, a R$ 2,021/lp. No mês, o Indicador acumula baixa de 6,84%.

Indústrias, de modo geral, adquiriram um pouco mais de produto que o necessário quando o mercado estava em alta, receosos de que os preços atingissem patamares ainda maiores e, agora que o valor voltou a cair, estão fora de mercado para novas negociações. Outro aspecto que pressiona os valores internos, de acordo com pesquisadores do Cepea, é a liberação de importação de pluma isenta da TEC. Apesar de serem poucas as indústrias com possibilidade efetiva de importação, o mercado acaba absorvendo esse fato.

Com indústrias estocadas, Algodão amplia queda no Brasil 

As cotações de algodão em pluma seguem em queda no mercado interno brasileiro, acumulando um recuo de mais de 6 por cento no mês, informou o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) na terça-feira (23/4). Segundo o centro de pesquisas, há indústrias com estoques suficientes para até o fim de maio, uma vez que compraram mais que o necessário quando o mercado estava em alta, receosas de que os preços subissem ainda mais.

Produtores de algodão de Mato Grosso devem colher 41% a menos

O novo boletim divulgado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) aponta que a alta incidência de chuvas durante a época de plantio do algodão atrapalhou o desenvolvimento das sementes, apontando na época para uma produtividade de 231 arrobas por hectare, 10% menor do que na safra 2011/12. No entanto, as chuvas se espaçaram e os talhões de algodão começaram a se igualar, gerando assim perspectiva de produtividade maior.

Mesmo com o aumento da área de algodão em forma de segunda safra para 72% do total de 452 mil hectares plantados, contra 37% na safra anterior, o último levantamento realizado pelo Imea amplia
as projeções de produtividade para 239 arroba/ha, o que indica alta de 4% em relação à estimativa anterior e queda de apenas 7% em relação à safra 2011/12.

Com esta estimativa, Mato Grosso deve colher 632 mil toneladas, volume 41% inferior ao do ano passado. Produtores seguem de olho no desenvolvimento da lavoura, combatendo as pragas e doenças tradicionais da fibra, além da lagarta Helicoverpa, não identificando, porém, condições adversas ou fora do controle da praga.

Em contrapartida a perspectiva para a produtividade é de aumento

A alta incidência de chuvas durante a época de plantio do algodão atrapalhou o desenvolvimento das sementes, apontando na época para uma produtividade de 231 @/ha, 10% menor do que na safra 2011/12.

Todavia, passado o período de semeadura, as chuvas se espaçaram e os talhões de algodão começaram a se igualar, gerando assim perspectiva de produtividade maior. Mesmo com o aumento da área de algodão em forma de segunda safra para 72% do total de 452 mil hectares plantados, contra 37% na safra anterior, o último levantamento realizado pelo Imea ampliar as projeções de produtividade para 239 @/ha, o que indica alta de 4% em relação à estimativa anterior e queda de apenas 7% em relação à safra 2011/12.

Com esta estimativa, Mato Grosso deve colher combatendo as pragas e doenças tradicionais da fibra, além da lagarta Helicoverpa, não identificando, porém, condições adversas ou fora do controle da praga.

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